Vacinas

No SOS Pet Shop contamos com um médico veterinário exclusivo para vacinação e também para o atendimento dos clientes do banho e tosa. Fora do horário comercial também realizamos vacinas no SOS Hospital Veterinário, que fica aberto 24h. Sendo assim, você pode vacinar o seu pet conosco sem agendamento prévio em qualquer horário do dia ou da noite.

Tipos de vacinas e protocolo vacinal para cães

As vacinas são responsáveis por proteger os cães de diversas doenças graves e, em alguns casos, fatais. Atualmente a única vacina obrigatória é a antirrábica, que deve ser repetida anualmente durante toda a vida do cão, mas existem inúmeras outras vacinas extremamente importantes e que podem prolongar a expectativa de vida do seu pet. A mais conhecida delas é a Vacina Polivalente, popularmente conhecida como V8 e V10, que protege contra as principais doenças que afetam os cães: a Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Hepatite infecciosa Canina, Adenovírus tipo 2, Parainfluenza e Leptospiroses.

Outras vacinas importantes para o protocolo dos cães são a vacina contra a Tosse dos Canis, que protege contra “gripe canina”, a vacina contra Giardíase Canina e contra a Leishmaniose.

O esquema de imunização deve ter início a partir de 40 dias de idade. Nos filhotes de cães podemos distribuir as vacinas da seguinte forma:

Primeira dose: Com 45 a 60 dias de vida os filhotes devem estar vermifugados e saudáveis para então receberem a primeira dose da vacina polivalente (V8 ou V10).

Segunda dose: Depois de 21 a 30 dias da primeira dose, aplica-se a segunda dose da polivalente, a primeira dose da vacina da gripe e pode-se realizar também a primeira dose da vacina contra a Giárdia.

Terceira dose: Depois de 21 a 30 dias da segunda dose, aplica-se a terceira dose da polivalente, a segunda dose da vacina contra a gripe e – se tomou a primeira contra a giárdia – a segunda dose contra a giárdia.

Quarta e última dose: Com 5 meses de idade, o filhote já pode tomar a vacina antirrábica e, se for necessária, uma quarta dose da polivalente que será determinado pelo Médico Veterinário.

Reforço anual: Depois de um ano da última dose, deve-se realizar o reforço anual que consiste em uma nova dose de cada vacina que o filhote recebeu, com repetição anual por toda a vida do cão.

No caso de filhotes acima dos 6 meses ou adultos com histórico vacinal desconhecido, estes podem tomar apenas duas doses da V8 ou V10. As demais vacinas, protocolo normal. 

Tipos de vacinas e protocolo vacinal para gatos

Assim como no caso dos cães, a única vacina obrigatória para os felinos é a que protege contra o vírus da raiva. A vacina polivalente felina (V3, V4 ou V5) é extremamente importante para proteger os gatos de doenças como a Panleucopenia, Rinotraqueite, Calicivirose, clamidiose e leucemia felina.

O esquema de imunização deve ter início a partir de 60 dias de idade. Nos filhotes de gatos podemos distribuir as vacinas da seguinte forma:

Primeira dose: Com 60 dias de vida os filhotes devem estar vermifugados e saudáveis para então receberem a primeira dose da vacina polivalente felina (V3, V4 ou V5).

Segunda dose: Depois de 21 a 30 dias da primeira dose, aplica-se a segunda dose da polivalente. Caso seja indicado pelo veterinário, poder ser necessária uma terceira dose.

Antirrábica: A vacina contra o vírus da raiva deve ser administrada a partir dos 4 meses de idade, sendo necessária a aplicação da segunda dose após 21 dias.

Reforço anual: Depois de um ano da última dose, deve-se realizar o reforço anual que consiste em uma nova dose de cada vacina que o filhote recebeu, com repetição anual por toda a vida do gato.

Não se deve vacinas filhotes com menos de 60 dias de idade, a não ser que a gata mãe nunca tenha sido vacinada, pois as vacinas podem ser inativadas pelos anticorpos passados da mãe para o filhote.

Gatos adultos que nunca foram vacinados ou filhotes que já passaram da época de vacinação devem receber duas doses da vacina múltipla (V3, V4 ou V5) e uma dose da antirrábica. O mesmo vale para gatos de procedência desconhecida, quando não se tem conhecimento do histórico de vacinação. 

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